Clareamento dental não é produto de prateleira.
É procedimento clínico.
A decisão da Anvisa de proibir a venda de certas fitas clareadoras não foi por acaso. Substâncias clareadoras atuam quimicamente sobre o esmalte, e sem avaliação adequada podem causar sensibilidade intensa, irritação gengival e até danos à estrutura do dente.
Nem todo gel é igual.
Existem diferentes concentrações, tempos de uso e indicações específicas. O que é seguro para uma pessoa pode não ser indicado para outra.
Antes de qualquer clareamento, o dentista avalia:
• saúde da gengiva
• presença de cáries
• retrações
• restaurações antigas
• a real causa do escurecimento
Sem diagnóstico, não há segurança.
Clarear não é apenas deixar mais branco.
É preservar estrutura, controlar sensibilidade e garantir resultado equilibrado.
Clareamento dental deve ser feito com acompanhamento profissional.
